Neste mar não navego
Não me amuleto ao timão
Deixei do nada
Nadei em sentidos
Mar liberto firmamento
Creio no saber do gosto
Gosto do vibrar da luz
Na pele clareia
Na veia revele
Talvez a fluidez
Ri acho
Nada sei
Muito sinto
Por sentir muito
(sinto muito) Por Muito Sentir
Evidências destes sentimentos pessoais que costumam nomear de artístico. Praticamente uma válvula de escape à insanidade em busca de auto-conhecimento, portanto de grande questionamento filosófico ao leitor.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Vagaluminessência
Vou parar de escrever
A tinta de mim escorrida
É premonição dos dias de lua
Lindo luar ao lobo deleite
Seu uivo já tão piano congelou-se
Devido ao clima de medo a graus negativos
O choro é o seu milagre
Um gozo lacrimal
Sei sou subnutrido de amor
Ainda assim não tenho fome
Mas a eterna gula mental
Encontra no lamento seu alimento
Excesso de pensamento
Luz em sua forma condensada
Ondas metamórficas
Trevas materiais
Lampejos vagaluminosos
No céu da minha noite iluminam-lhe os cometas
A tinta de mim escorrida
É premonição dos dias de lua
Lindo luar ao lobo deleite
Seu uivo já tão piano congelou-se
Devido ao clima de medo a graus negativos
O choro é o seu milagre
Um gozo lacrimal
Sei sou subnutrido de amor
Ainda assim não tenho fome
Mas a eterna gula mental
Encontra no lamento seu alimento
Excesso de pensamento
Luz em sua forma condensada
Ondas metamórficas
Trevas materiais
Lampejos vagaluminosos
No céu da minha noite iluminam-lhe os cometas
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Cristáceo
Coração vazio
Não-mente
Índia Dhyana
Há uma alma
Um Mahatma
Ancorado Ankh
Olho unicamente
Penso, Logos
Cristo!
Não-mente
Índia Dhyana
Há uma alma
Um Mahatma
Ancorado Ankh
Olho unicamente
Penso, Logos
Cristo!
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
mAnta
Ainda bem que não sigo nenhuma linha, tendência ou corrente de pensadores
Ainda bem que não sigo nenhuma filosofia, religião, seita ou receita
Trabalho, mas não sou trabalhador
Toco, mas não sou músico
Canto e não sou intérprete
Escrevo e nem chego a Pessoa
Pergunte-me porém
E te mostrarei a filosofia, a religião única, a ciência universal, o pensador, o criador
Sou o trabalho de mim mesmo
Sou a poesia perene presente
Sou a música no silêncio
Sou o teatro de grandes Merdas!
A arte não me define, ela me compreende
Não sou livre para viver, mas vivo para ser.
Ainda bem que não sigo nenhuma filosofia, religião, seita ou receita
Trabalho, mas não sou trabalhador
Toco, mas não sou músico
Canto e não sou intérprete
Escrevo e nem chego a Pessoa
Pergunte-me porém
E te mostrarei a filosofia, a religião única, a ciência universal, o pensador, o criador
Sou o trabalho de mim mesmo
Sou a poesia perene presente
Sou a música no silêncio
Sou o teatro de grandes Merdas!
A arte não me define, ela me compreende
Não sou livre para viver, mas vivo para ser.
domingo, 22 de dezembro de 2013
Dias Ateus
Imundo-me imerso ao mundano
Profundo protejo-me do profano
Dias ateus
Tão a toa
Nada meu
Tudo doa
Perdoa por não querer te ter e te ouvir
Perdoa por não saber o que é melhor pra mim
Entoa tua canção sublime através do ar
Então poderei morrer para ressuscitar
Sagrado cada ato
Segredo inato
Sinto que sou distinto
Sinto muito!
Profundo protejo-me do profano
Dias ateus
Tão a toa
Nada meu
Tudo doa
Perdoa por não querer te ter e te ouvir
Perdoa por não saber o que é melhor pra mim
Entoa tua canção sublime através do ar
Então poderei morrer para ressuscitar
Sagrado cada ato
Segredo inato
Sinto que sou distinto
Sinto muito!
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