Fazer 25 anos foi uma grande virada. Amadureci demais em todos os aspectos. A vida não mudou muito desde o início do calendário, mas os novos dias tinham um sabor especial: A negatividade deu lugar à positividade, esta que proporcionou visões que até então eram "oblívias" ao meu consciente. Por que me deixar levar pelo distúrbio de um (não-saudável) cotidiano escravizante, egoísta e deprimente "encracado" nessa megalópole mundial? Perceber o quanto desses valores desumanos estão dentro de você é, de certo modo, simples - na verdade é o primeiro passo à mudança. Porém vê-los contaminando as pessoas que você ama ao seu redor não é só uma dor, é dó.
O Isolamento não é a solução, consequência.
Quando menos se dá conta, você olha ao redor e não há ninguém. É como abrir um livro à espera do trem, perder-se nos parágrafos e, ao terminar o capítulo “ok, vamos conferir como anda o mundo” e o mundo andou - e como andou! - Parabéns, você é um pseudo-autista!
Envelheci 6 anos em 6 meses.
E o mais gozado é o balanço geral destes meses, ver as épocas difíceis, a de adaptação e a de superação. Dia 27 de novembro foi um dia muito especial, Meu “a quarter life” trouxe toda sua sabedoria de forma quase instantânea, no mais, a acompanhante positividade com destino à felicidade.
Será o próximo mês anual?
Provavelmente sim. O desafio no futuro é rejuvenecer o decorrido tempo. Enxergar que em tudo há um lado positivo e entender a relatividade das coisas pode ser um começo. Passei grande parte da minha existência me colocando na pele das pessoas para assim pensar e sentir como as próprias - "já virei até expert na arte" - e eu achando que tal comportamento fosse de uma certa forma “normal” até isto clarear para mim que é impossível que enxerguem nitidamente com meus olhos, não por deficiência minha, mas de terceiros.
Trilha inspiradora:
continua...
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