Velho, porém sagaz.
Não diria velho e sim cansado.
Sagacidade é experienciar todos os lados de um fato. Ser crítico sempre, mas não deixar a crítica tomar a beleza e os benefícios do acontecimento. Saber respeitar a hora do silêncio, dar espaço ao grito da mente, inspirar o oxigênio que faz o coração bater e escutá-lo, ver a pulsação e sentir-se vivo.
Alguém me disse uma vez: "Falar é uma necessidade, escutar é uma arte".
Aprendi muito sem ao menos sair do meu mundo, dentro da minha bolha de segurança entendi que o auto-conhecimento é a chave para conhecer o mundo e vi que nem todos se conhecem, pois se fizessem seu "dever-de-casa" viveríamos em (quase) perfeita harmonia. Isso não é tarefa fácil, pois estamos em constante mudança, quer dizer, nós que nos conhecemos. Mudança é evolução, evolução é mudança, o mundo evolui, o mundo mudou. Adaptação.
Velho, amargurado, ácido, triste, só, mas sobrevivendo de arte.
"Virei um bêbado enquanto envelhecia. Por quê? Porque gosto do êxtase da mente. Sou um desgraçado. Mas amo o amor." - Jack Kerouac
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