sexta-feira, 18 de maio de 2012

Do céu

Ora, se fosse pássaro eu também sairia voando por aí sem por quê, sem pra quê. Gozando a própria liberdade, gozando da humanidade.
No céu não há preconceito, não há trilhas e nem sentidos, mas há que voar e sempre, pois desistir seria o próprio suicídio.
Voar, comer, replicar, descansar, agrupar, desbandar e voar.






tradução:
Essas criaturas são a mais estranha das sementes
Eles dispersam e infestam e reproduzem
Eles dizimamdestroem, e quebram
E fazem seus ninhos pródigos
Independentemente da bagunça
Eles roubam de outras criaturas
Parecem sentir que têm o direito
Eles danificam, tiram do nosso alimentador
Até não poder mais fornecer para todos
Eles parecem não ver
O dano que eles fazem
A privação e sofrimento
Que causam a todos nós
Como gafanhotos livres da casca
Sua ganância é lendária também
Eles ajudam-se a tudo o que se vê
Imaginam que lhes pertence
E o mais engraçado é
E mais triste também
É que eles pensam que são

Superiores à toda outra vida
Mesmo que eles nunca
Pareçam ter a visão de um pássaro.

(Cathy Preston)

Nenhum comentário:

Postar um comentário