Nascer é a culpa da vida
Nascer é um lento morrer
É um sangrento decorrer
Que há de se carregar
Nascer, pode o ser!
É a entrega
Ao multilateralismo que o integra
À roda das renascenças
O circuito das existências
Desapega
Habitei vários mundos
À deriva fiquei
Trilhei, busquei a fundo
À deriva continuei
Quase fiz
Quase falei
Quase refiz
Quase amei
Quase chorei
Quase quis
Quase me perdoei
Quase eu
O segredo elevar
O ser consigo
Pois lento
Viver o que brotar
Sigo por amar
Tento.
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