O que levamos de ontem?
Abismo ou redenção?
A cura ou a constância?
Quem é você que fala?
Que sorri, que articula, que
lidera e encanta?
De onde vem este pulsar?
Do céu ou do mar?
Do lobo?
Do homem?
Ou do lobisomem em noite de luar?
Pode a fera seu amo amar?
Ou somente amansar?
Ébria ilusão ou trégua
desiludida?
E amanhã?
Será?
Poderá por fim a paz reinar?
Ou pôr fim?
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